Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

ena tanta poeeeeira. Um gajo abre a porta do estaminé e está tudo cheio de pó!

E "ó" pra mim cheio de news.


A principal?Esta.






*COF*COF*

Terça-feira, 21 de Setembro de 2010

Não interessa nascer num terreiro de patos quando se sai de um ovo de cisne...e és um pombo que pensa ser um cisne?

Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010

What I want?Simple





I won´t be lost, I won´t be down.

Terça-feira, 31 de Agosto de 2010





I guess the love we once had is officially...dead.

Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

O que realmente custa é ver alguém em quem apostámos bastante, dizer que tem medo.

Easy come and go

Props to those who believe that life and it´s options are made of sand.

That can vanish and gone in a blink of an eye, unrestless.
Por vezes é complicado escrever sobre coisas que nos afectam, não conseguimos ser imparciais.
Há sempre um rasgo emocional que nos turva a razão.
Ou será a razão que nos turva a emoção?
Acredito (concordem ou não) que o Homem é, "by default", emotivo.
Desde pequenos aprendemos a reagir (deixemos a perspectiva desenvolvimentista de lado, ok?) a estímulos, bons ou maus. Auto-defesa ou procura do prazer.

Grande binómino "dor-prazer".
Já lá vamos.

Defendem que devemos ser racionais, pensar nas nossas atitudes antes de as praticar, e acredito que até conseguimos faze-lo quando a nossa atitude não ameaça a nossa integridade quer emocional, quer fisica. Mas quando a coisa nos roça na pele ou na mente...upa upa.
Ai somos emotivos, ninguém vai parar para raciocinar se se deve defender ou não, se se deve proteger ou não. Protege e pronto!
Danos colaterais?Não se pensa muito nisso!


Há quem defenda o equilibrio...e o que é o equilibrio?50% emoção, 50% razão? E como operacionalizamos essa percentagem?Se for 45% razão e 55% emoção já não é bom?
Depois introduziram a "Inteligência Emocional" através de Goleman, que afinal cede perante a evidência de que a emoção está sempre presente, mesmo em background. Perfeito.Um conceito global, que não exclui algo social e moralmente aconselhável como a "Racionalidade" e admite a permanencia efectiva da "Emoção" no nosso dia a dia.


Acredito que a principal virtude reside em saber equilibrar, e não só em termos de igualdades percentuais mas sim em saber ser 100% emotivo quando a situação o exige e 100% racional quando é necessário.


Afinal, vivemos num mundo de loucos e camarão que dorme, a maré leva...